Dobrando a próxima esquina


O que aconteceu com essa cidade? De repente estou tranquila passeando e no outro estante estou me escondendo com medo? É algo chato por que já aconteceu outras vezes. Uns fizeram até manifestos para que a corrupção acabasse. Quem não gostaria de lembrar das crianças felizes na praça? Eu gostava de ficar conversando com minha amiga na porta de casa por um tempo e eu sabia que podia ficar a vontade por que era seguro.

Agora ando cautelosa, por que quem manda podia fazer melhor, mas fez diferente. Tudo tornou-se tão fútil e corruptivo, a moda excedeu-se, e os costumes adolescentes transtornaram-me. Vez ou outra aparecia quem servia de inspiração, por que é isso o que eu preciso. Preciso de exemplos vivos além de Jesus.

Eu andei, vi muitas coisas e sorri, mas quando dobrei a esquina deparei-me com o horror. Nada mais estava como antes, mudaram tudo e eu fiquei perdida. Os manifestantes vinham a frente e nos colocou para correr. Eu corri e amanheci no chão, era sonho que virou pesadelo. A cidade perfeita se desfez em erros, se desfez em desolações por que eu não fiz minha parte. Eu permiti o primeiro contato descuidado e agora será preciso um especialista em milagres para que ela retorne sadia como deve ser. Preciso do Pai, por que os caminhos dele são de paz e alegria e ele me ajuda a devolver a paz para dentro de mim.

Mesmo quando eu andar por um vale de trevas e morte, não temerei perigo algum, pois tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me protegem. Salmos 23:4
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