Quando eu sou a minha pior inimiga

Preciso de mim, como uma amiga, e não inimiga. Sei bem como é deitar e lembrar que quem mais está fazendo mal a mim mesma sou eu, com minhas escolhas e atitudes. O fruto de muitas frustrações veio das minhas próprias ações, a realidade devolveu-me as consequências e elas foram extremamente amargas. Um dia Deus fez-me entender que não eram pessoas que não me desejavam o bem, ou meus inimigos espirituais, ou seja mais o que for, que era a minha maior preocupação.

Ele fez-me entender que eu era a pessoa preocupante, foi então que vi o quanto eu tinha poder de me fazer o melhor bem do mundo e me aproximar o máximo de Deus, sendo uma pessoa então plena de verdade. Mas isso ia custar muitas coisas, ia requerer forças de mim, vontade, persistência, e principalmente deixar Deus no controle. Onde eu não posso com minhas forças humanas, com minha escuridão em minha ações, o Espírito de Deus com seu trabalhar faz-me alguém que vive na íntegra do que Jesus quer.

Chega de dar mais voz ao que me grita na mente, quando ninguém mesmo pode ouvir, mas são apenas meus pecados querendo me arrancar de Deus. Chega de escolher os erros. Que pecados sejam acidentes, não escolha. Que essa tristeza da minha alma de não corresponder o amor de Deus por mim possa ser consolada com uma vida transformada por Jesus, onde começo no agora a correspondê-lo. Ele me segura em seus braços de amor e me sustenta na vida, para que eu viva para ele.

Eu pertenço a ele, e ir em direção contrária a ele sempre irá me destruir. Como criatura de Deus, nada no mundo fará melhor a minha vida do que viver no centro da vontade de Deus. Serei amiga de mim mesma se eu escolher pelo o amor de Cristo, não pela minha escuridão e prazeres que só sabem resultar no pior de mim, ainda quando ninguém consegue ver.
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