Mayim Bialik, de The Big Bang Theory: Pare de chamar mulheres de 'Meninas'

Mayim Bialik no Facebook ontem falou sobre a linguagem que usamos na sociedade para falar sobre mulheres. Ela falou que mulheres são geralmente referidas como "meninas", enquanto homens não são geralmente chamados de meninos.

Mulheres sendo chamadas de meninas, por uma questão de carinho é uma coisa. Mulheres serem comparadas a meninas, por não se portar como alguém maduro é outra coisa. O ponto aqui é o primeiro:

Não dá para comparar mulheres como homens em certos aspectos, por que não são iguais. Enquanto homens, na sociedade são sempre responsabilizados, e se não agirem com total responsabilidade, como provedor e protetor, ele é imediatamente reduzido da imagem de uma pessoa respeitável. 

Quando mulheres são vistas com um olhar singelo, carinhoso - nem sempre chamada de meninas como se é para sacanear-nos e nos colocar como seis anos de idade - este é um privilégios que nós temos no ocidente, e na sociedade com valores cristãos, por simplesmente sermos mulheres. Devem nos respeitar e nos tratar com carinhos, por isso "minha menina", ou "docinho", etc. 

É claro que o sentido nisso aqui é com respeito. Homens por simplesmente serem homens não tem o previlégio, mas sim o dever de cuidar e respeitar de suas mulheres. 

Se de acordo com Mayim Bialik: "Talvez se começarmos a usar a linguagem que eleva as mulheres e não as equipar com coisas doces, pequenas, peluches e ternas, começaremos a tratá-las como mais do que isso também...", então não apenas perderemos o nosso previlégio como mulheres, mas estaremos perdendo um carinho, para simplesmente ter deveres e apenas isso. Isso nem ao menos tem graça.

Homens devem ser respeitados e cuidados por suas mulheres, assim como mulheres devem ser cuidadas e respeitadas. Mulheres são tratadas assim como por que são a maior riqueza pelos homens de suas vidas. Elas são protegidas, e cuidadas. Será que precisaremos perder esse brilho? Não, com certeza seria mais uma coisa terrível que nos aconteceria. 

Faço as palavras de Derek Troy Ortega as minhas.

Tecnologia do Blogger.